Rosana Blogueira

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

“Ela mora no mar, ela brinca na areia, no balanço das ondas a paz ela semeia”...Salve Yemanjá!



Foi em um final de ano à beira-mar...
Nunca fui dada a rituais específicos nessas ocasiões, mas  naquele 31 de dezembro de 1988, entre amigos e diante daquele mar deslumbrante refletindo um luar surreal,  resolvi  embarcar na onda daqueles meus amigos  e jogar rosas ao suntuoso e imenso mar azul  prateado. E, diante daquela imensidão de águas,  tive um papinho franco com a Rainha do Mar, papo reto do tipo “tá faltando algo pra dar um sentido maior em minha vida”.
Meses depois, chegou meu menino lindo, embalado tantas vezes pela  linda melodia abaixo.
O luar sorrindo- cúmplice - e o mar – lendário, misterioso, fascinante, companheiro de todas as horas - estiveram por perto, assessorando aqueles interessantes e lindos  momentos que se seguiram.
E essa música foi muito bem “sentida” e “dançada” por muito tempo.
Em noite de lua cheia ouço a sereia a cantar e tudo em mim se faz serenar...e tudo em mim se cala nas coisas muito bem-vividas.

E  tudo em mim se transmuta em vasto oceano que me fascina, que me inspira, que me energiza.